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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Robervânia foi exonerada devido a problemas administrativos, diz secretário

O secretário de Comunicação da Prefeitura, jornalista Edson Borges, faz esclarecimentos sobre nota postada neste blog em relação à exoneração da enfermeira Robervânia Almeida da coordenação de um dos CAPS de Feira de Santana. Segundo ele, a medida nada tem a ver com as denúncias de irregularidades envolvendo as refeições fornecidas pela AMA Silva. O vereador Roberto Tourinho recebeu cópias de reclamações contra a alimentação e um desses documentos, encaminhados à empresa, tinha a assinatura de Robervânia. Para o vereador, o Governo a demitiu por entender que foi ela quem repassou a cópia. Edson Borges disse que a exoneração da enfermeira foi motivada por questão de ordem administrativa. Relatou, para ilustrar, que ela teria se negado de participar de um evento recomendado pelo secretário de Saúde, João Carlos Cavalcante. Robervânia, segundo ele, não ocupava cargo de confiança em órgão municipal, visto que não foi nomeada pelo prefeito. Atuaria por contrato.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Demissão após denúncias é erro político do governo Tarcízio Pimenta

Esta semana, uma dirigente de unidade do CAPS, Robervânia Almeida, lamentava, em entrevista ao radialisa Dilton Coutinho, de comentários, nos meios políticos, de que ela estaria atuando em linha contrária ao prefeito Tarcízio Pimenta. Administrando uma unidade do CAPS desde a gestão de José Ronaldo, ela disse que se mantinha fiel ao novo governo e repudiou essas especulações. Robervânia é uma das pessoas que assinam documentos reclamando da qualidade da alimentação servida para servidores da rede de saúde. A AMA Silva, fornecedora das refeições, venceu licitação para continuar prestando o serviço, mas o processo não foi homologado pelo prefeito Tarcízio. Acertadamente, ele preferiu anular a licitação e fazer uma outra, contratando agora uma empresa do ramo de tiquete-refeição. O Governo já demitiu pelo menos dois dos que assinaram documentos reclamando da comida da AMA Silva, cujas cópias foram parar nas mãos do vereador oposicionista Roberto Tourinho, que fez as denúncias na Câmara, causando a reação do prefeito. Salvo engano, Robervânia está entre os exonerados. Tourinho, indignado, diz que o governo justifica que a medida é adotada devido ao vazamento de informações, que chegaram até ele. "Querem jogar essas pessoas contra mim", reage o vereador. Ele garante que não recebeu documento algum dos dirigentes e que nem mesmo os conhece. Os que reclamaram da AMA Silva por escrito deviam tê-lo feito ao secretário de Saúde, diretamente. Se assim não fizeram, cometeram um equívoco. No entanto, suas demissões também são um erro político. Não mentiram quando protestaram da qualidade das refeições. De algum modo, fizeram a defesa do interesse público. Não se trata de jogar alguém contra o vereador. Mas demitir esses ocupantes de cargo de confiança dias após as denúncias e argumentar que a decisão já havia sido tomada antes do fato é algo que não convence a ninguém.

De volta a condição de semanário, TRIBUNA FEIRENSE priorizará reportagens

Perdoem-me, caros leitores, pela ausência dos últimos dias. Aqui estamos, em um quase pós-feriado (são 18h51min, neste momento), para acrescentar algo a respeito da nossa postagem mais recente, uma notícia decerto não agradável a nenhum de nós, o retorno à condição de semanário do nosso TRIBUNA FEIRENSE. Este não é um momento de tristeza, nem de decepção. O diário TRIBUNA FEIRENSE durou mais de oito anos. Quase um terço do período de vida do FEIRA HOJE, extinto em 1997, aos 27 anos de vida. Vamos, todos, celebrar o que foi feito, mais de 2 mil e 200 exemplares do TRIBUNA. E agradecer aos feirenses pelo apoio, entre leitores e anunciantes, sem os quais não seria possível atingir este número extraordinário. Estamos focando, agora, nossa nova missão: manter um semanário de reportagens de qualidade, além de um jornal diário na Internet. É um desafio muito complicado. Mas temos a certeza de que, com a participação de todos que estiveram conosco até aqui, conseguiremos superar todos os obstáculos e prestaremos um serviço à altura do que merece Feira de Santana. Dia 24 de setembro, anotem, teremos a estreia do portal e do novo semanário.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

TRIBUNA FEIRENSE terá edição diária online; versão impressa circulará sempre às quintas

O jornal TRIBUNA FEIRENSE vai passar por profundas mudanças, este mês de setembro. A partir do dia 24, o veículo terá sua edição diária online, exclusivamente em seu portal de notícias na Internet. A edição impressa circulará, nas bancas e junto aos assinantes, apenas uma vez por semana, às quintas-feiras. Será um jornal de reportagens, de debates dos temas de maior repercussão na comunidade. Na Internet, seu conteúdo será gratuito. Três jornalistas vão atualizar o portal, com notícias a todo momento nas áreas de segurança, política, esportes e geral. Um jornal completo. Ao completar uma década este ano, o TRIBUNA FEIRENSE sofre uma mudança para se adequar ao mercado e suas novas tendências.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Marialvo anuncia, com entusiasmo, presença de Tarcízio em visita de Wagner a obras estaduais em Feira

O governador Jaques Wagner marcou para o dia 11, pela manhã, a visita que teve de ser adiada no mês passado, a Feira de Santana. A notícia foi dada na Câmara pelo vereador Marialvo Barreto. Curioso foi o entusiasmo do vereador para anunciar que o prefeito Tarcízio Pimenta estará acompanhando Wagner na ocasião, em inspeção às obras estaduais realizadas na cidade. E comparou com a postura do ex-prefeito José Ronaldo. "O tupiniquim não dava as caras na visita do governador à cidade". Marialvo nem esperou que a própria assessoria de Tarcízio desse a informação para a imprensa de sua presença às visitas do governador em locais como o futuro Hospital da Criança, ao lado do Hospital Clériston Andrade.

Eremita e suas explicações confusas para não votar no "Projeto do capacete"

Não deu para entender bem o que queria dizer a vereadora Eremita quando discordou do projeto que obriga o motociclista e seu carona a ter o número da placa do veículo no capacete, em Feira de Santana. Primeiro, ela disse que teria sido ameaçada por telefone, supostamente por alguém que não quer a aprovação da medida. Por isto, estaria com medo. Assim, disse que votaria contra. Mas não foi contra, nem a favor. Se absteve. Depois, falou que tem pena dos motociclistas, que não teriam dinheiro para pintar o número da placa no capacete. As duas justificativas são meio esquisitas. Primeiro, ela não é a autora do projeto. Se alguém queria mesmo intimidar, o alvo deveria ser Gerusa, a vereadora que apresentou a proposta, não ela. Quanto a falta de dinheiro, é como reagiu Marialvo, na discussão do projeto: o sujeito que compra uma moto deve ter condição de pagar para pintar o número da placa no capacete, um serviço que não custa tanto. Difícil de entender, realmente.

Motoqueiro e carona têm que registrar número da placa da moto no capacete

Foi aprovado em segunda e última votação na sessão de hoje (02) da Câmara projeto de lei que obriga motociclista e eventual carona a andar com registro do número da placa do veículo no capacete. O projeto é da vereadora Gerusa Sampaio. Segundo ela, uma forma de inibir o crime com uso de moto, algo que virou "moda" em Feira de Santana nos últimos anos. Se vai inibir mesmo, só a prática dirá. O fato é que, uma vez cumprid a lei, qualquer motoqueiro que esteja com o capacete sem o regirtro da placa pode ser multado em uma abordagem de trânsito. É preciso ouvir a opinião de profissionais de segurança pública - delegados de polícia e militares - sobre a importância da medida.

CPI dos Combustíveis faz sua primeira reunião de trabalhos nesta quinta-feira

Enfim, acabou a polêmica sobre a forma como foi criada a Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar irregularidades possíveis no comércio de combustíveis e o órgão vai poder agir. A Comissão de Constituição e Justiça e a Procuradoria Jurídica da Câmara deram parecer contrário a um requerimento dos vereadores Tom e Justiniano em que eram alegados procedimentos ilegais na formação da CPI. O presidente Carlito do Peixe determinou, ontem, o arquivamento da petição e autorizou os integrantes da CPI a continuar os trabalhos. Com Aílton Mô no lugar de Cíntia, que renunciou a sua vaga na Comissão, nesta quinta (03), às 9 horas, já tem reunião convocada pelo presidente Angelo Almeida. Além deles dois, a CPI tem o Frei Cal como relator.

Depois de dar depoimento polêmico, Cíntia desiste de CPI; Ailton Mô é o substituto

Depois de fazer seu depoimento, que de certo modo compromete os vereadores Bastinho e Tom - segundo ela, um pediu para o outro lhe solicitar que não subscrevesse o requerimento de David Neto propondo criar a CPI dos Combustíveis -, Cíntia Machado anunciou que renuncia a sua função na CPI. Sobre a intervenção de Bastinho, que pediu a Tom que a procurasse, Cíntia disse que prefere "não pensar muito" no assunto, "para não piorar". "Não quero participar deste joguete", concluiu. Ontem, o presidente Carlito do Peixe fez novo sorteio para substituí-la e o "felizardo" foi o vereador Ailton Mô. Se temia que o escolhido não aceitasse a nomeação, mas Ailton mostrou personalidade e disse que vai participar da CPI. Carlito também anunciou dois suplentes para a Comissão. Os escolhidos foram Marialvo Barreto e Bastinho da Queimadinha.

Cíntia Machado traz detalhe explosivo de bastidores da CPI dos Combustíveis

A vereadora Cíntia Machado trouxe à tona, na sessão de terça-feira da Câmara, um detalhe dos complicados bastidores da criação da CPI dos Combustíveis. Disse que o vereador Tom lhe pediu para não subscrever o requerimento da CPI. Mais: que Tom estava intermediando, ali, um pedido do vereador Bastinho da Queimadinha. Vereador não tem que estar pedindo a outro para não assinar CPI. Pega mal, muito mal. Na verdade, a única situação em que um vereador pode fazer gestões junto a outro para tentar convencê-lo a tomar determinada decisão é quando o líder de bancada interfere em assunto de interesse do grupo político. No caso, a CPI dos Combustíveis não é assunto da esfera de governo. Bastinho e Tom - este, vice-líder governista na Câmara - devem ter cuidado com suas articulações políticas. Nem tudo que parece ser é permitido. E o que não é ético nem moral deve se enxergar à distância.